TESTES E REALINHAMENTO DA ESPIRITUALIDADE

Existe um movimento acontecendo agora que é um ciclo coletivo de reposicionamento. Nesse ciclo, você pode interpretar como fracasso individual, quando na verdade é outra coisa. Veja se isso já aconteceu com você, recentemente: é como se, de repente, aquilo que funcionava antes deixasse de funcionar “do nada”.

Entenda o ciclo de reposicionamento espiritual, um teste da Espiritualidade que pode estar por trás da sua sensação de regressão e aprenda a atravessar esse recomeço com consciência.

Recentemente, você sentiu como se algo te fizesse regredir? Talvez clientes diminuíram, oportunidades que você esperava não aconteceram, sua visibilidade caiu ou seu relacionamento não roda mais como estava antes? Certezas de futuro se tornaram incertas? Mobilidade ficou restrita? Então você, que acreditava que estava consolidada, começa a se perguntar o que fez de errado. Só que nem sempre houve erro, como nesse caso, foi apenas encerramento de fase.

Quando uma etapa se encerra, a estrutura externa começa a ruir. Isso acontece para forçar uma atualização interna, na sua vida inteira! O problema é que essa atualização costuma exigir algo que quase ninguém gosta: começar de novo. Porque começar de novo parece ter que voltar a ser iniciante, mas é mais como abandonar uma identidade que já não sustenta o próximo nível.

É nesse ponto que surge a resistência e a mente reage dizendo que é regredir ter que recomeçar depois de tudo o que já foi conquistado ou que o tempo já foi transcorrido. A pessoa sente humilhação, sente que está abaixo do que merece e do que se esforçou para ter. Mas o que exatamente dói mais, o trabalho de reconstruir ou a ferida no orgulho? A quebra da autoimagem é o que mais dói!

Há um teste da Espiritualidade nesse tipo de ciclo, que vai medir maturidade emocional e desapego ao mesmo tempo. Quem aceita o esvaziamento do ciclo anterior, atravessa o processo com mais rapidez, mas quem luta contra ele prolonga o desconforto. O ciclo vai fechar igual, mas você escolhe como será esse processo. Compreenda que não existe uma força externa bloqueando, nem nada disso. Mas a sua resistência consome energia que poderia estar sendo usada para criar o novo. Se você insiste em defender o lugar que perdeu, não sobra espaço para ocupar o próximo.

Outro ponto importante é perceber que começar do zero não apaga a experiência acumulada até agora, o que muda é o cenário. A pergunta central passa a ser: você quer preservar a versão que já construiu ou está disposta a se tornar a próxima versão sua? Para o crescimento verdadeiro acontecer, será preciso abrir mão da imagem anterior.

Em muitos casos, suas habilidades já evoluíram, mas a identidade ficou presa ao reconhecimento antigo. Quando isso acontece, a vida cria situações que desmontam o que você chamava de palco. Tudo isso para ver se o crescimento era estrutural ou dependente do cenário, crenças antigas, do ego e do orgulho. Se ninguém estivesse olhando, você continuaria fazendo o que sabe fazer? Se tivesse que reconstruir audiência, nome ou autoridade, você escolheria manter quem se tornou? Ou ainda, se você tivesse que olhar para a historia que você se auto conta, você escolheria manter ou alterar essa narrativa atualizando para a nova realidade e percepção atual?

Esse tipo de ciclo pede humildade ativa, mas não aquela humildade passiva de aceitar qualquer coisa, mas a maturidade humilde de entender que cada fase exige uma nova postura. O desconforto que está sentindo sinaliza sua transição, a vergonha e infelicidade sinalizam apego e resistência.

O que você está tentando proteger, sua evolução ou sua imagem antiga? Porque as duas coisas raramente caminham juntas quando uma fase termina. Qual você escolhe?

Recomeçar pode parecer regressão, mas é só seu realinhamento. E quando a pessoa aceita atravessar o portal do zero com consciência, ela constrói a partir de um nível interno mais sólido.

O antigo cenário pode ter acabado, mas a sua capacidade amadureceu. Você vai usar essa maturidade ou vai continuar defendendo uma versão que já terminou?

A questão é se existe disposição sua para atravessar o desconforto que separa uma versão da outra. Se você sente que está vivendo um encerramento de fase e não sabe como atravessar esse momento com clareza, talvez não seja hora de insistir sozinho. Conversar com um profissional pode ajudar você a entender o que esse ciclo está pedindo e como se reposicionar com consciência.

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